14 de julho de 2016

Cookies!!!





Hábitos, rotinas, dependências são os nossos cookies mentais.
São-nos transmitidos por um padrão e sem que se dê por isso.
As sensações ficam gravadas em determinados registos do nosso inconsciente e vamos busca-las automaticamente sempre que precisamos de conforto, de tempo ou de aconchego, até nos apercebermos que não passam de cookies.
Os cookies são semi-precisos, facilitam em algumas situações da nossa vida e do nosso dia-a-dia mas se não os tivermos experimentamos sensações novas todos os dias.
A parte boa é que nada dura para sempre, por isso de vez em quando eles apagam-se sozinhos, sendo que os mais teimosos, teremos de os fazer desaparecer sob pena de vivermos iludidos para o resto das nossas vidas!!!



17 de junho de 2016

A Profecia Celestina!!!



Há pessoas que surgem na nossa vida, por alguma razão que desconhecemos, mas sentimos que de alguma forma estamos ligados a elas, ou que pelo menos já estivemos, nesta ou noutra vida.

Todos nós já tivemos aquela sensação de dejá vu, aquele pressentimento que já estivemos com aquele ser em algum lado.

Quando nos conhecemos foi assim. Rapidamente encontrámos uma série de afinidades, partilhámos algumas confidências, que nem os amigos mais próximos conheciam e, continuamos aqui , para nos apoiarmos mutuamente.

Contigo, senti que as palavras de James Redfield encaixavam na perfeição «Quando alguém se cruza no nosso caminho, traz sempre uma mensagem para nós. Encontros fortuitos são coisa que não existe. Mas o modo como respondemos a esses encontros determina se estamos à altura de receber a mensagem ».

Fica a sugestão de leitura, este é um daqueles livros que surge uma vez na vida para mudá-la para sempre.

A Profecia Celestina de James Redfield




17 de maio de 2016

Destino!!!




Saber esperar é algo que só o tempo nos ensina, não adianta ouvir os conselhos alheios, ler a literatura dos sábios porque só a sabedoria do tempo tem os ensinamentos que cada vida precisa para nos fazer evoluir enquanto pessoas, enquanto seres humanos que procuram apenas a felicidade.

Foi o tempo que esculpiu todos os atalhos para chegares até mim, afastando lentamente todas as pedras do meu caminho, arrancando uma a uma as ervas daninhas, esfumando todos os meus fantasmas e dissolvendo todos os meus medos.

Não sei de onde vens, não imagino que mares tiveste de atravessar, que ondas sulcaste em noites de tempestade, desconheço os cantos de sereias que te encantaram.

Só sei que chegaste e não preciso saber mais nada.

Trazes contigo o calor da tua mão que guiará o meu destino, trazes contigo um sorriso encantador que irá salpicar os meus dias de felicidade, trazes contigo o brilho das estrelas, na luz dos teus olhos, que iluminará todas as minhas noites, trazes contigo, não uma promessa de amor eterno, mas o desejo de um amor, hoje, verdadeiramente sentido.

 - Quero fazer-te feliz. (sussurras baixinho ao meu ouvido) – Quero fazer-te feliz. (murmuro num fio de voz).

E quando os nossos olhares entram dentro da essência um do outro, as bocas unem-se selando um amor que há muito era esperado.

A minha pele arrepia-se sempre que lhe tocas, são os ecos de outras vidas em que estivemos unidos, que gemem de felicidade neste novo reencontro.

Perco-me no teu abraço porque os teus braços são nuvens de algodão…

Perco-me no teu beijo porque ele torna-se no sopro que me alimenta a vida…

Faço amor contigo com a alma porque os corpos já se fundiram num só...

... e já não existes tu, já não existo eu!!!


27 de abril de 2016

Preciso de ti!!!




Preciso de ti.

Por nenhuma razão em especial.

Apenas por tudo, apenas por nada.

Preciso desse sorriso, que se te acende no rosto e me ilumina os dias.

Preciso de me encontrar no brilho dos teus olhos faroleiros que me fazem rumar ao cais onde te escondes.

Preciso de ti… de deitar a cabeça no teu peito e ouvir o tic tac de um coração que trabalha com a precisão de um relógio suíço.

Preciso de te ouvir gemer baixinho o meu nome em doces ecos surdos.

Quero adormecer no teu colo e repousar em ti este permanente cansaço.

Preciso de ti… porque a minha alma já não me pertence, abandonou-me e habita descaradamente na tua.

Preciso que abandones todos os medos e dúvidas e que te deites ao meu lado, que me abraces de forma carinhosa e protectora.

E amanhã, quando eu acordar… preciso que estejas exactamente no mesmo sítio!!!






22 de abril de 2016

VIVER!!!



Cada momento da nossa vida “representa” uma música diferente! 
E, da mesma forma que não há dois momentos iguais, não existem duas músicas iguais! 
Não seria bom se a nossa vida, em cada um desses momentos tivesse, também, uma banda sonora?!
É sexta-feira, véspera de fim-de-semana, e porque nada acontece por acaso, existindo sempre uma relação de causa e efeito, não existem coincidências nas leis do Universo, a mim, durante estes dias, escapando à realidade, só me apetece VIVER!!!
Ouvir esta música com o corpo todo, como se fosse um enorme ouvido onde ela se entranha.
Ouvir a música e dançar, dançar, dançar como se o amanhã não mais existisse!!!
E o tempo só existe porque somos nós que vamos progredindo, somos nós que vamos existindo com tudo o que fazemos, ou deixámos de fazer.
Mas, durante estes dias, não!!!
O tempo vai parar para que eu possa VIVER!!!
Espera-me tudo o que a vontade quiser se eu não desistir de sonhar com a alma e sentir com o coração.
Eu sou o meu princípio e o meu fim!!!
Sou o meu ponto de partida e a minha própria chegada!” – é o que eu afirmo, convicta!!!
Entre esse ponto de partida e de chegada está um mar infinito de oportunidades, pronto para me apreciar devidamente, para me amar.
À minha espera, certamente, família, amigos ou outras pessoas, não saberão ser ou existir sem mim!!!
A esses eu quero chegar como o sol quente todos os dias, sempre que lhes sorrir.
E não vou, nunca, deixar de sorrir porque eles saberão igualmente corresponder-me.
Mas não agora, não durante estes dias!!!
Vou VIVER!!!
Porque a realidade é transformada ao minuto.





12 de abril de 2016

Amar tem destas coisas!!!


As nossas palavras para sempre...

Afinal foi para ti que escrevi...

Conto-te um segredo, talvez até já tu saibas, mas não deixa de ser o nosso segredo.

Um dia decidi escrever, sei lá, soletrar as palavras carregadas do que eu sou e levar-te até ti...

Palavras com café, palavras vestidas de pijama pelas horas tardias, mas sim para ti...

Palavras que por vezes despidas de tudo mas com tanto, eram mesmo as palavras que te queria dizer, porque tinham lágrimas, esperanças, visões e soletravam desejos de um abraço entre as nossas linhas.

Tu lias e eu escrevia...

E assim foram as palavras que te disse....

Eram as palavras que lias. Nunca me interessou se eram as mais bonitas, se faziam prosas e se ficavam bem escritas, porque as minhas, as nossas palavras eram mesmo para serem quentes, nas tuas noites frias, ou com uma arajem a mar nas manhãs de sol e com sabor a mel e canela nos dias mais sombrios...

Sempre inventei palavras, talvez até fosse uma “idiota”, mas sei que a minha ideia, mesmo era que estivéssemos bem, um e o outro...

Nunca me vi ao espelho nem te vi a ti espelhado, mas sim em pensamentos estavas lá para as nossas palavras de conforto e de carinho, porque nunca quis ser a melhor, mas sim ser apenas um ser humano e nada mais do que isso, com tantos defeitos e algumas virtudes, mas que te escrevia as palavras que te queria dizer olhos nos olhos, ou simplesmente soletrar-te aqui devagarinho, mas que te dissesse estou aqui para ti.

Porque o estar não basta dizer, tinha mesmo que te escrever as nossas palavras, aquelas desajustadas mas tão acertadas que nos entram na mente, porque não existem palavras bonitas, mas sim sentidas!!!




Adoro a primeira e ultima parte.
A primeira porque são os preliminares e a ultima porque é o culminar da exaustão.
Não falo do meio, porque esse meio só é conseguido porque nos amamos, sabes não é para todos...
O melhor mesmo é pararmos no meio e ficarmos ali a sentirmos-nos sem nada e com tudo, porque no meio perdermos-nos entre um e o outro!!!

1 de abril de 2016

Chama acesa...


No ar dançava o inebriante aroma do incenso e no chão havia um trilho romântico de velas acesas, perfumadas...

Uma a uma, deixei que me guiassem sabendo que me conduziriam até ti… encontrei-te… naquele esconderijo onde a luz era mais intensa. 

O quarto estava cheio de ti, a tua sombra era desenhada nas paredes pela chama das velas acesas, o teu perfume sobrepunha-se a todos os outros aromas. 

Aproximaste-te devagar e colocaste nos meus lábios um beijo leve e doce… tão doce, tão quente. 

Deixaste que o meu corpo se despojasse de roupa e de timidez e deitaste-me nua sobre as almofadas do chão.

No leitor de CD tocavam acordes de Bach, nos copos escorriam as gotículas do vinho tinto, nos vidros gemiam os assobios do vento e o meu corpo tremia e desejava-te como se fosse a primeira vez. 

O amor fez-se… o amor faz-se… de pequenos gestos, de pequenos nadas, de insignificâncias. 

De velas e aromas, de palavras sussurradas ao ouvido, de arrepios na pele, de respiração a arfar, de corações a bater descompassados. 

A chama do amor não precisa ser uma chama avassaladora, que nos faz arder na sua combustão, mas tem que ser espevitada, tem que iluminar o corpo e a alma… para nunca se deixar morrer!!!



30 de março de 2016

Cinco Sentidos!!!




Primeiro foram os olhos que te trouxeram até mim.

Devagar… devagarinho surgiste tu, vindo do nada e ocupando de forma avassaladora a tela da minha vida.

Olhei-te...
Observei-te...
Admirei-te...
Apreciei-te...

Entraste-me na retina e não mais de lá saíste.

Depois ouvi-te... não foram palavras que escutei, foram acordes de harpa que fizeram retinir todas as campainhas do meu corpo, que embalaram as minhas células numa valsa de saltos altos à luz da Lua.

Inalei-te… a que cheiras tu? Que aroma é esse que se desprende de ti e como um néctar dos deuses me envolve nessa tua sedução. Que fragrância o teu corpo emana que se evapora para o meu corpo e que deixa a tua presença em mim?

Toquei-te…que textura tem a tua pele? Não é seda, porque esta é magnífica e fria e o teu corpo é maravilhosamente quente. Não é linho, porque este é sublime e áspero e tu és sublimemente macio.

Provei-te… no teu beijo há a luxúria do mais glamoroso vinho, há o requinte do mais caro champanhe, há a doçura da mais delicada sobremesa.

Senti-te… e da troca de olhares, no gosto dos beijos, no toque de peles, no aroma dos corpos suados… 

apaixonei-me…


9 de março de 2016

Coisas que eu gosto!!!



(quase de partida... mas volto, vou só ali visitar o sol!!!)

Gosto, gosto muito, de dias solarengos, daqueles que abrem de par em par as janelas da nossa alma e aquecem a nossa essência, com boas energias, logo pela manhã.

Gosto, gosto particularmente, da minha família, que é perfeita porque tem sido construída com as imperfeições de cada um dos seus elementos, a começar por mim, e cada aresta é limada nas suas fragilidades, pelo amor que nos une.

Gosto, gosto bastante, do meu trabalho que está longe de ser o ideal, está longe de gostar de mim como gosto dele, mas é nesta aventura diária que dou sentido à minha vocação, é nele que me entrego e me cumpro como pessoa que considera sempre que se pode fazer um bocadinho mais pelo outro, porque a minha profissão vai muito para além de manuais, de ministros e ministérios.

Gosto, gosto com paixão, de praia (mais no verão, menos no inverno) é incrível aquela sensação de paz e limpeza interior que nasce num passeio pela areia, à beira-mar, é mágica a frescura da água que nos vem beijar os pés, é pacificador receber a dádiva de amor do sol que se esconde no horizonte com a promessa de amanhã regressar.

Gosto, gosto com devoção, de livros: como ficar indiferente ao cheiro de páginas novinhas acabadas de folhear? Como resistir ao apelo do título, à textura da capa? Como não nos apaixonarmos pelos seus heróis e como não odiar os seus vilões?

Gosto, gosto com todos os meus sentidos, de música, a minha alma é uma pauta onde alguém escreveu uma melodia. Toda eu sou um banco de dados, cronologicamente ordenados, das músicas que me acompanharam ao longo desta pista de dança que se chama vida.

Gosto, gosto com prazer, de noites frias a comer gelado de caramelo, embrulhada numa manta, a ver um filme até adormecer antes do seu final, vencida pelo cansaço dos dias...

Gosto, gosto com o coração a transbordar de alegria, de beijos na testa... festinhas no cabelo, vindas das mãos pequenas das crianças da família quando me enrosco no sofá que aproveitam a oportunidade para me despentear com mimo e emaranhar com a ternura dos seus dedos pequenos, o meu cabelo. Prazer supremo é ainda o teu toque, de mãos decididas e seguras, que desliza carinhosamente pelos meus fios de cabelo onde em cada madeixa depositavas uma dádiva de amor.

Gosto, com todo o meu coração, das minhas amigas. Hoje percebo perfeitamente a frase que diz «Os amigos são a família que nós escolhemos». Nem sempre as exigências desta vida louca em que vivemos nos permitem desfrutar da companhia umas das outras, mas o que importa é que nos dias em que a vida se torna mais pesada, estamos sempre lá. Não para dizer palavras doces ou mascarar a verdade, mas para dizer aquilo que cada uma de nós precisa ouvir, porque os verdadeiros amigos defendem sempre que, vale mais uma amarga verdade, do que uma doce mentira.

Gosto, gosto com ternura, de abraços!!! Aquela sensação mágica de ter alguém nos braços, como uma cidadela de afetos. Aquele momento em que os corações batem frente a frente, o rosto se encaixa no ombro, o perfume suaviza as nossas mágoas.

Gosto, gosto eternamente, da minha mãe e de tudo o que aprendi com ela, do brilho dos seus olhos, da sua capacidade única de transformar cada uma das minhas lágrimas numa centelha de esperança.

Gosto, gosto com todo o amor da minha alma, de duas criaturas a quem sempre chamei “pipoquinhas” porque me ensinaram o significado da expressão «amor incondicional» e porque ao olhá-las nos olhos percebo o sentido da vida que vim viver.

Gosto, gosto muito de me sentir abençoada, por ter a sorte de fazer esta travessia ao lado daquelas pessoas cujo abraço me liberta do cansaço, da tristeza, do peso dos dias mais difíceis. 
E gosto, que também elas sintam no meu abraço o porto seguro que precisam para ancorar.


7 de março de 2016

Love You for a Thousand Years!!!

Acredito na intemporalidade do amor, na viagem que as almas companheiras fazem através do véu dos tempos, só para se encontrarem. 

Há amores assim, que na sua grandeza, não se esgotam numa única vida, precisam voltar à terra de vez em quando para se completarem. 

Por essa razão existe muitas vezes no coração das pessoas, uma profunda sensação de vazio, porque mesmo que tenham alguém ao seu lado que as faça sentir bem, nunca se sentem completamente preenchidas, há sempre qualquer coisa que não as faz viver em pleno aquele sentimento.

Olham para o espelho e perguntam onde é que está o erro, onde é que se perderam nesta trajetória dos dias, porque é que não dá certo?

A resposta é simples: porque não é amor…é amizade, companheirismo, desejo, interesses vários…mas não é amor!!!

Amar alguém é aceitar essa pessoa como ela é, como os seus inúmeros defeitos, com as suas incomensuráveis falhas, com os ecos do seu egoísmo, com a voragem dos seus conflitos interiores…devastadores…

Amar alguém é continuar a escolher aquele ser humano, mesmo que ao nosso lado gravitem outras pessoas: podem ser mais bonitas, mais inteligentes, mais sensíveis, mais alegres, mais leves, podem amar-nos mais e até melhor, podem ser exatamente aquilo que queremos, aquilo com que sempre sonhámos, mas estão longe de ser o que desejamos porque o nosso coração continua a gritar aquele nome que muitas vezes nos faz sofrer, mas que é também o nome a quem se deve toda a felicidade desta viagem pela vida!!!

Esta vida…
a vida que vim viver… 
tem o teu nome timbrado na minha voz...
tem o teu nome gravado na minha pele...
sempre o teu nome esculpido no meu corpo!!!

E se este amor não for vivido agora, eu sei que um dia os nossos destinos se vão voltar a encontrar...
porque amo-te há mil anos… 
e amar-te-ei… por mil anos mais!!!