19 de março de 2008




Não é raro alguém dizer-me que transmito paz.
Como um mar em calmaria.
E sempre a minha boca se abre num sorriso.
Numa cumplicidade com o que realmente vislumbro deste transmitir.
Certa vez disseram-me que as águas profundas
São superficialmente calmas e difíceis de navegar
Porque o barco fica sem muito peso
E a este comentário não pude sorrir.
Há situações na vida que simplesmente acontecem
Então se bóia ou se mergulha.
A primeira opção é confortável mas por pouco tempo
Mas ás vezes o mergulho é o que salva o naufrago
Estou divagando, fugindo, “filosofando” sobre algo consumado
Filosofar para quê?
A culpa quando vem acompanhada de muita felicidade
Se torna uma forma de dor morna… suportável.

5 de março de 2008

Nunca se abandone!!!




Quando depositamos muita confiança ou expectativas numa pessoa,

o risco de nos decepcionarmos é muito grande.

As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas,

assim como não estamos aqui para satisfazer as delas.

Temos que nos bastar.

Nos bastar sempre e, quando procurarmos estar com alguém,

fazer isso cientes de que estamos juntos porque gostamos,

porque queremos e nos sentimos bem,

mas nunca por precisar de alguém.

As pessoas não se “precisam”.

Elas se “completam.”
(AD)